Atendimento de psicologia infantil e adolescente na Barra da Tijuca - RJ. Atendimento humanizado para crianças e adolescentes com base em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
Sou Jessica Costa (CRP 05/79764), psicóloga infantojuvenil e especialista em TCC + ABA (formação ABA pela PUC Goiás). Atendo presencialmente na Barra da Tijuca, com proximidade aos bairros Itanhangá, São Conrado, Joá, Jacarepaguá, Recreio dos Bandeirantes e região. Também atendo em Goiânia e online para famílias no mundo inteiro.
Crianças e adolescentes não são adultos pequenos. Demandam abordagem própria, baseada em evidências e adaptada ao desenvolvimento.
Especialização em TCC Infantil, ABA (PUC Goiás) e Neuropsicologia. Atendimento conduzido com método e supervisão técnica, não improvisação.
Experiência clínica com TEA (Transtorno do Espectro Autista), TDAH e outras condições do neurodesenvolvimento. Plano terapêutico individualizado.
O trabalho com a criança envolve sempre os pais ou responsáveis. Orientação parental integra todo plano terapêutico — o ambiente também precisa mudar para a criança evoluir.
Atendimento presencial em consultório na Barra da Tijuca - RJ. Região central da Zona Oeste carioca, com fácil acesso para famílias de Itanhangá, São Conrado, Joá, Jacarepaguá, Recreio dos Bandeirantes e bairros próximos.
Endereço e agendamento:
Endereço completo confirmado no agendamento via WhatsApp.
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Horário de atendimento:
Segunda a sexta: 09h às 19h
Sábado: 09h às 13h
Também atendo no consultório do Recreio dos Bandeirantes (Vertice Mall) e em Goiânia - GO. Para famílias de outras cidades, ofereço atendimento online para o mundo inteiro com a mesma metodologia baseada em evidências.
Duas abordagens com sólida base científica, escolhidas em função do perfil e necessidade de cada criança.
Abordagem estruturada e baseada em evidências, indicada para ansiedade infantil, TDAH, regulação emocional, transtornos do humor e dificuldades comportamentais. Trabalha pensamentos, sentimentos e comportamentos de forma integrada, com técnicas adaptadas à idade da criança (jogos, desenhos, role-play).
Padrão-ouro internacional para intervenção em TEA. Trabalha desenvolvimento de habilidades sociais, comunicação, autonomia e redução de comportamentos disfuncionais por meio de reforçamento e mensuração objetiva do progresso. Apropriada também para crianças neurotípicas com dificuldades comportamentais específicas.
Sinais que indicam que vale a pena buscar avaliação profissional — quanto antes, mais efetiva a intervenção.
Crises de choro frequentes, isolamento, agressividade súbita, queda no rendimento escolar ou dificuldades no sono que persistem por mais de 2 semanas.
Criança não consegue se concentrar, esquece tarefas, é descrita como "agitada" pela escola, ou tem queixas recorrentes da professora sobre comportamento. Pode indicar TDAH.
Dificuldade de contato visual, atraso ou regressão de linguagem, interesses restritos, sensibilidade sensorial (rejeita texturas, sons, luzes), comportamentos repetitivos.
Crises que duram mais de 30 minutos, são desproporcionais ao estímulo, se repetem várias vezes ao dia ou continuam após os 5 anos. Pode ser sobrecarga sensorial — diferente de birra comum.
Medo excessivo de separação dos pais, recusa escolar, dores físicas sem causa médica, dificuldade para dormir, perfeccionismo extremo ou sintomas físicos da ansiedade (suor, tremor).
Você não precisa ter "algo errado" com o filho para buscar ajuda. Orientação parental é prevenção: ajuda a estabelecer rotinas, lidar com fases difíceis e fortalecer o vínculo.
Conversa de acolhimento com os pais (ou apenas um responsável) para entender as demandas, histórico do desenvolvimento e expectativas. Sem a criança nessa etapa, para você falar livremente.
Sessões iniciais com a criança para criar vínculo e avaliação clínica. Definição do plano terapêutico individualizado e dos objetivos do tratamento.
Sessões semanais ou quinzenais conforme o plano. Devolutivas regulares aos pais e orientação parental integrada. Revisão periódica dos objetivos.
Atendimento de crianças e adolescentes, geralmente a partir de 2 anos até 18 anos. Para bebês com sinais precoces de TEA, vale uma conversa para avaliar conjuntamente com pediatra ou neuropediatra.
Não. O atendimento pode começar com investigação clínica. Se já houver diagnóstico de neuropediatra ou neuropsicólogo, é integrado ao planejamento terapêutico desde o início.
Sim. Atendimento online disponível para crianças (com adaptações para a idade) e adolescentes em qualquer lugar do mundo. Mesma metodologia, plataformas seguras.
O atendimento é particular. Emito recibo com CRP para que famílias façam o reembolso junto ao plano (verificar política de reembolso com sua operadora) ou desconto no Imposto de Renda como despesa médica.
Varia. Demandas pontuais (uma fase difícil, orientação parental) podem ser breves (3-6 meses). Acompanhamentos de TEA e TDAH costumam ser de médio a longo prazo, com revisão de objetivos periódica. O tempo é discutido transparentemente com a família.
A criança tem suas sessões individuais (para construir confiança e poder se expressar). Mas há devolutivas regulares aos pais, sessões específicas de orientação parental e sempre que houver evento relevante (escola, crise, evolução), os pais são chamados.
MÉTODO AUTORAL
Por trás do TCC e da ABA existe uma forma própria de ler a criança e sua família — em uma linguagem que ela entende e que respeita o ecossistema todo.
Ler o manifesto da minha clínica →O contato é direto pelo WhatsApp. Respondo pessoalmente com horários disponíveis e orientações sobre a primeira sessão.
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