Palestras de saúde mental no trabalho para times de RH, lideranças e equipes — conduzidas por psicóloga com registro ativo, com linguagem que o time entende e estratégias que ele aplica no dia seguinte.
Sou Jessica Costa (CRP 05/79764). Atendo empresas no Rio de Janeiro e região no formato presencial, e times distribuídos em todo o Brasil no formato online.
Não é tendência: é o que a norma passou a cobrar e o que o time já sente.
Fatores como exigência, ritmo, relações de trabalho e cansaço acumulado deixaram de ser assunto informal e passaram a exigir olhar estruturado da empresa.
Vídeo de rede social entrega lista de sintomas e a pessoa se reconhece em todos. Sem informação de qualidade, sobra angústia e falta caminho.
Presenteísmo — estar presente e não conseguir produzir — não entra no controle de faltas, mas sai caro. E costuma vir antes do atestado.
Os temas entram conforme a realidade do time — jornada, modelo de trabalho e as queixas que já aparecem por aí.
Os três viraram sinônimo na conversa do dia a dia — e não são. A equipe aprende a diferença com a régua da psicologia, sem virar caça a diagnóstico. É o antídoto ao autodiagnóstico que o time já faz sozinho, por conta de vídeo de rede social.
O que entra nessa conta dentro do ambiente de trabalho: exigência, ritmo, relações, assédio, cansaço acumulado. E o que a empresa consegue endereçar de fato, separado do que está fora do alcance dela.
O trecho mais pesado do dia não aparece no crachá. O expediente começa quando a pessoa acorda, e a imprevisibilidade do transporte chega ao posto de trabalho antes dela. Tema com leitura direta para quem gerencia jornada e benefícios.
No presencial se sabe a hora de começar, mas nem sempre a de terminar. No home office, nem uma nem outra. O que a organização do espaço e da rotina muda nisso.
Previsibilidade como ferramenta de regulação, ritual de início e de fim de expediente, e o uso do trajeto como tempo próprio em vez de extensão do trabalho. Práticas aplicáveis no dia seguinte, não teoria.
O custo invisível que não aparece no controle de faltas — e por que punir produtividade sem olhar a causa realimenta o problema.
Uma conversa curta sobre o time: jornada, modelo de trabalho, o que o RH já observa. É o que define quais temas entram e em que profundidade.
Conteúdo conduzido com participação — o time responde, comenta e traz o próprio caso. Palestra em que ninguém fala não muda comportamento.
Estratégias práticas para a rotina e uma leitura mais informada dos próprios sinais — inclusive de quando é hora de procurar ajuda profissional.
Já realizada em ambiente corporativo: em agosto de 2026, na CYMY, no Rio de Janeiro — time reunido presencialmente, com participação ao longo de todo o encontro. O tema foi o impacto do deslocamento casa-trabalho na saúde mental de quem depende de transporte público.
Para times de RH, DP e lideranças, e para o time inteiro em formato aberto. O conteúdo é ajustado ao público antes do encontro — a conversa com gestores não é a mesma que a conversa com a operação.
As duas formas. Presencial na empresa, no Rio de Janeiro e região, ou online para times distribuídos em qualquer lugar do país.
Adaptado. Antes do encontro há um alinhamento sobre a realidade do time — jornada, modelo de trabalho, queixas mais frequentes — e os temas entram na medida disso.
Não. A palestra é ação educativa e de prevenção. Diagnóstico psicológico é atendimento individual, com consentimento e enquadramento clínico próprios — não se faz em auditório, e não é o que está sendo contratado aqui.
Jessica Costa, psicóloga (CRP 05/79764), com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Análise do Comportamento, e especialização em Neuropsicologia pelo Hospital Albert Einstein.
Pelo formulário desta página ou pelo WhatsApp. O orçamento é montado por encontro, conforme formato, público e deslocamento.
Conte um pouco sobre o time e eu retorno com formato e orçamento.